Frente Popular, Radicalismo e Revolução Passiva no Chile

O período que se inicia em 1938 com a vitória da Frente Popular reveste-se de um significado especial na história chilena. Coroando a modernização do Estado que já vinha desde os anos 20, os “governos radicais” consolidam no Chile um processo singular na história do continente latino-americano, combinado – sob forte manipulação dos mecanismos estatais – desenvolvimento econômico, liberdade política e integração social. ‘Frente Popular, radicalismo e revolução passiva no Chile’, de Alberto Aggio, retoma o período. A ampla pesquisa realizada pelo autor estruturada sobre sólido arsenal teórico faz deste livro um instigante contraponto às concepções neoliberais contemporâneas que estão sendo aplicadas em vários países da América Latina.

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